17 julho 2008

A Publicidade no meio evangélico, por Ricardo Júnior



Fala Pessoal!

Eu vim falar um pouco sobre o mercado evangélico ou cristão, como alguns preferem chamar. Esse mercado é um dos mercados que mais cresce no país, e de fato, tudo que cresce se deve ao fator primordial, um bom produto ou nem sempre um bom produto, mas um investimento pesado em propaganda.
Hoje algumas agências de publicidade, estão usando da sua capacidade criativa para atrair os consumidores denominados evangélicos, ou seja, estão de olho nessa grande fatia do mercado, e começando um trabalho afim de entender o que se passa na cabeça dessas pessoas, com relação a motivação da compra, o que os atrai, esse tipo de coisas, e é claro, pra que você entenda melhor sobre um determinado assunto, é feita uma pesquisa encima do assunto a ser compreendido, logo as agências estão procurando entender a melhor abordagem desse povo denominado evangélico. Hoje não existe uma agência especializada no meio evangélico, não que eu tenha ouvido falar, as agências tratam esse assunto como profissional, um pouco mais complexo do que os outros, mas profissional.
Escrevendo esse artigo, algo que me veio a cabeça é “será que uma agência especializada nesse meio daria certo?”, eu sinceramente acredito que não, e o motivo é, trabalhar com o muitos clientes do mesmo segmento de mercado é colocar uma corda no pescoço, pois com certeza o cliente A se sentirá lesado com a campanha do Cliente B, e ai está o conflito de imagens dentro da própria agência.
Para concluir podemos dizer que, é um mercado muito grande, com muito potencial e muito poder de investimento, a tendência disso é crescer cada vez mais.

2 comentários:

Ricardo disse...

Olá pessoal, gostaria de dizer que fiquei muito feliz com a oportunidade de um artigo no blog, queria dizer também, que se alguém tiver alguma dúvida, só postar e a gente tenta esclarecer junto. Forte abraço!

Ivan disse...

Com o investimento no setor, vagas serão abertas exclusivamente para esse fim (acredito) e ninguém entende mais de crente do os próprios...
Os evangélicos é que vão abocanhar essas vagas, não acha?