31 janeiro 2008

Fala Jonas! dia 31/01/2008


Você é evangelhocumbeiro?

Moçada e leitores do nosso blog, Graça e Paz.

Neste tempo de Carnaval a gente encontra vários textos e artigos evangélicos falando e prevenindo contra as conseqüências do prazer fácil que esta festa representa. Estou de acordo!!! Assino em baixo!!!
Mas também me preocupa o “evangelhocumba” que anda tão comum nas práticas de igrejas evangélicas. A proximidade das escolas de samba, protagonistas do Carnaval, com os terreiros de macumba é uma das principais razões para a rejeição evangélica.
A liberdade religiosa me diz que opção por Candomblé, Umbanda ou Macumba é direito garantido para aqueles que assim quiserem expressar sua fé. Como alguém já disse: “Não concordo com você, mas morro pelo seu direito de crer no que quiser”.
Mas evangélicos com práticas que lembram mais um terreiro que um culto? Faça-me o favor!
Para aqueles que usam “palavras mágicas (evangélicas)”, que freqüentam as sextas feiras e outras feiras onde se “expulsam os espíritos maus” mas a podridão da alma continua, que compram os “talismãs da fé” mas não entregam o coração para de coração servir a Jesus, Tô Fora!
Estes dias encontrei uma boa expressão na internet para representar os tais: “evangelhocumbeiros”.
Não tenho a pretensão de me julgar melhor que ninguém, mas isto eu não sou. Você é?

Na Paz (Shalom)
Pr. Jonas

3 comentários:

Junão disse...

É...tem doido pra tudo...como diria um outro "Minha Nossa Senhora dos Evangélicos"...é só o que falta.
Antes tinhamos os Católicos e o "Católico, mas não pratico". Hoje, rola o "Evangélico, mas não pratico". O pior é que vamos encontrar de tudo nesse mundo...Vou passar sal grosso...

Ivan disse...

Interessante que não é a primeira e nem a segunda vez que o Pr. Jonas comenta sobre esses locais, que se dizem igrejas evangélicas, realizarem tais atos lamentáveis. Eu me sinto muito mal ao ouvir sobre pessoas enganando outras e colocando o nome de Deus em suas falcatruas. Fico extremamente incomodado, mas não me sinto impotente, na verdade me sinto um pouco culpado. Porque vejo as coisas acontecerem e me pergunto: qual o meu papel? Assistir calado e sem ação com certeza não é. Mas e aí? o que fazer?

nilo disse...

raxei com oque o junão falo!
aehaue

ta muito bom os documentários que os pastores estão deixando no site,ta muito bom mesmo!
continue assim...



abraço!
falo valeus!